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Como os relacionamentos afetivos e sexuais, entre pessoas do mesmo sexo, são representados nos artefatos culturais/pedagógicos escolares?
Ao longo da história, nos processos de poder-saber que instauram os discursos legítimos e que garantem as representações positivas das identidades, a homossexualidade tem sido representada negativamente ou sobre ela tem prevalecido certo silêncio.
Você já sabe o que ela gosta, ela também sabe o que você gosta, vocês vão planejar juntas o que vão fazer, uma faz companhia para o outra, lancham juntas, procuro casal em medellin colômbia dividem as alegrias e medos (texto modificado em gênero, grifos meus).
(2012) adotam a perspetiva da vitimização enquanto processo desenvolvido ao longo da vida e focam padrões de vitimização nas relações de intimidade presentes e passadas.As mudanças sociais do final do século XX têm sugerido e criado condições para que as escolas se deparem com situações em que a discussão das sexualidades seja problematizada, quer pela determinação curricular (este aspecto mais incomum, no Brasil quer pelo questionamento discente, ou ainda.Para 14 das vítimas, a violência sexual circunscreve-se a relações sexuais forçadas, atos que representam perto de 14 da violência sexual relatada ( idem ) (Gráfico 1).Ela tem como pressuposto em uma mulher que eu tente exclusivo o desejo heterossexual, ou seja, é negada a possibilidade de que os sujeitos possam ter como objeto amoroso e de desejo alguém de seu próprio sexo" (p.135).Parece-me evidente que a estratégia argumentativa do texto coloca a relação sexual entre as pessoas como um ato justificado e autorizado, não pelo desejo futuro da reprodução, mas sim, pela afetividade e pelo prazer que, incontestavelmente, as une.Somente 30,4 das mulheres mencionou um único ato de violência.Butler (2000) afirmará que a identidade, qualquer que seja, não é algo essencial que defina o indivíduo, mas sim um efeito da repetida performance de certos signos e convenções culturais, por exemplo, as várias significações do gênero e da sexualidade construídas nos contextos culturais.Significante e significado são escorregadios e escapam às tentativas de fixação.Nas coleções (Lopes, 2000; Candia., 1996 os textos são garantidos por uma lógica de inteligibilidade à identidade homoerótica nas suas representações.12Por sua vez, Carbone-Lopez, Rennison.Segundo, o assédio sexual é referenciado por mulheres mais jovens, por vezes sem experiência conjugal ou de coabitação, e em contextos de ocorrência externos à família (Patrício, 2010).Penso que uma forma de mostrar a fragilidade do argumento acima, bem como de desconstruir a heterossexualidade, seja mostrar seu igual caráter construído, ao contrapô-lo a uma definição, igualmente "inventada sob a mesma lógica: homem heterossexual: homem que quase sempre prefere fazer amor com mulher.
Para Louro (1999,.64 as diferenças que hierarquizam os sujeitos estão, constantemente, sendo produzidas no meio social, através de processos lingüísticos e discursivos, num campo que é político, uma vez que nele estão implicadas relações de poder.




Links yamashiro, Setu-Co.Nos restantes contextos de perpetração, a má formação moral do/a perpetrador/a e a diferença de valores são apontadas como os motivos da violência contra as mulheres.In: pinar, Willian (org.).Coloca-se a hipótese de, no processo, de vitimização, o tipo de relação entre a vítima e o/a aperpetrador/a não variar substancialmente, excetuando, talvez, no domínio das relações de intimidade (.Embora Lopes (2000) não tenha tido a preocupação em explicitar o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, entendo que este texto (como qualquer outro) pode permitir uma problematização.O conceito de atração sexual, nessa representação, é o que vai possibilitar os contornos da aproximação corporal genital entre duas pessoas, levando ao ato sexual entre elas.Belo Horizonte: Autêntica, 2001a.Tentam também dividir os maus momentos, quando eles surgem.
Os processos de vitimização das vítimas de violência sexual, declarados no Inquérito Nacional Violência de Género, iniciaram-se na juventude das vítimas e antecedem uma primeira situação de conjugalidade: 40 das vítimas sexuais tem entre os 18 e 34 anos e 35 é solteira (Patrício, 2010).
O privilégio histórico do qual gozou o enfoque biológico-reprodutivo na Educação Sexual escolar pode ser apontado como um importante fator, não apenas de legitimação da heterossexualidade como o padrão hegemônico de relacionamento, mas da quase total ausência, nos livros escolares, de um enfoque afetivo.




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